16 de jun de 2017

OPERAÇÃO PATMOS JOESLEY DEPÕE E REAFIRMA QUE PAGOU PROPINA PARA SER FAVORECIDO NO GOVERNO DEFESA AFIRMOU QUE JOESLEY 'CONFIRMOU O QUE JÁ FOI DITO E PROVADO'

Na manhã desta sexta-feira (16) o empresário Joesley Batista, um dos donos do grupo JBS, prestou depoimento na sede da Polícia Federal, em Brasília. A oitiva foi referente ao inquérito que investiga o presidente Michel Temer e o seu ex-assessor Rodrigo Rocha Loures.
De acordo com a defesa, Joesley “Reforçou a verdade dita no depoimento por ocasião da colaboração, apenas a verdade dos fatos, ou seja, confirmou o que já foi dito e provado”.
Joesley reafirmou que entregou a mala com R$ 500 mil, para o ex-deputado Rocha Loures, segundo o delator, o dinheiro seria destinado ao presidente Temer, com objetivo de conseguir benefícios do governo. Loures foi filmado pela PF saindo de um restaurante em São Paulo.
O inquérito tem como base a gravação da conversa com o presidente Michel Temer, no dia 7 de março, no Palácio do Jaburu. Batista afirmou em delação premiada que pagava uma ‘mesada’ ao deputado cassado Eduardo Cunha, para que esse permanecesse em silêncio.Eduardo Cunha nega essa afirmação e ressalta que ‘seu silêncio nunca esteve a venda’.
Temer é investigado pelos crimes de organização criminosa, corrupção passiva e obstrução da Justiça.
A delação dos donos da JBS, Joesley Batista e seu irmão, Wesley Batista, foi homologada pelo relator da Lava Jato, no STF, ministro Edson Fachin. 

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