Os milhões que, em junho, saíram
às ruas por transporte, saúde e educação
públicas e de qualidade,
revelaram a rejeição total das instituições
políticas - sobretudo o Congresso
Nacional. A força das mobilizações
conquistou a redução das tarifas
de transporte, levantando demandas
por mais serviços públicos, em
contradição com a política de superávit
fiscal primário do governo
federal (imposta pelo FMI há quase 20 anos)
que canaliza parte importante do
Orçamento para o pagamento da
divida pública a banqueiros e
especuladores.
Mas como abrir caminho às
aspirações mais profundas de justiça
social, como a reforma agrária, a
reestatização das empresas privatizadas
e 100% do petróleo para a
Petrobras?
Em resposta às preções das ruas,
a presidente Dilma foi à TV propor um plebiscito
para uma Constituinte específica
para fazer a reforma política. Mas
recuou diante dos seus aliados
como do vice-presidente Temer (do PMDB),
apoiado por outros partidos e
políticos. Quando a própria presidente reuniu-se com as cobras da politicagem
para mudar o quadro e calar o povo ou enfraquecer os movimentos e conseguiram,
pois a mesma despencava nas pesquisas e a gora recuperou ao qual quer preço.
Mas o divórcio entre a vontade
popular e as instituições foi também
revelado – em seguida às jornadas
de junho – por pesquisas de opinião
que mostraram que 73% são a favor
de uma Constituinte. A palavra
deve ser dada ao povo. O lado dos
servidores federais é o do povo e
não o dos banqueiros, da grande
imprensa, das multinacionais.
Por isso, a Condsef deve apoiar a
decisão da Plenária Nacional de Movimentos
Populares, realizada dia 14 de
setembro, em São Paulo, que
diz: “nós, dois Movimentos
Sociais listados abaixo, deliberamos realizar
um Plebiscito Popular com uma
pergunta única aprovada consensualmente
“por todas as entidades e
movimentos sociais”: “Você é a favor
de uma constituinte exclusiva e soberana sobre o
sistema político?”“.
De um filiado do SINTSEF-CE: Quando os sabidos se
juntam e fazem a verdadeira politicagem e foi o que aconteceu, enfraqueceram os
movimentos da grande maça, que não acredita mais em nenhum destes, que estão no
poder, o movimento não aceitou bandeiras partidárias e nem de sindicatos ou das
centrais que são verdadeiros pelegos que puxam saco do governo e esquece os
trabalhadores, mas o povo vai dar uma resposta nesta eleição e todos estão
desacreditados deste sistema, de fazerem política e que o espelho real foi os
políticos corruptos sendo protegidos e quando a justiça resolve colocar eles na
cadeia os mensaleiros, mesmo assim eles são protegidos pelos seus partidos e
dizem que todos eles são inocente isso é perseguição, pergunta Quem foram os
políticos dos partidos de esquerda e a gora são piores que dos da direita ou
não? A resposta do povo vai ser o voto ZERO. 00- 0000- 00000.
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