16 de jan de 2018

A Gestão tem que ver as situações antes do inverno.

Sobral que o povo não quer ver,!!!
O Bairro do Cirão está muito sujo ruas sem as falto muito lixo e lixão trazendo várias doenças para a população local, as ruas mais afetadas e esquecida pela gestão são rua Humberto Lopes e a rua José de Alencar e outras bem próxima, por favor Prefeitura faça algo antes do inverno. População também fazer sua parte coloque a sua educação em prática, os que não são culpados agradece
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Uma Oposição sem rumo politico só pensam neles e o povo? Veto de Tasso a Bolsonaro pode ser desculpa que Wagner queria para não disputar governo

Oposição sem rumo, eles só pensam neles e o povo? Eunício pode ser vice de Lula e Camilo tem que pedir voto para Eunício e Lula no Ceará e o PDT vai aceitar e tirar de tempo Ciro Gomes?  Os políticos fazem tudo pelo o poder e o povo que se quebre depois quem vai pagar a conta da eleição são os eleitores. 

Da Coluna Política do O POVO desta terça-feira, por Erico Firmo, eis o tópico “Veto de Tasso a Bolsonaro pode ser pretexto que Wagner queria”. Confira:
O veto do senador Tasso Jereissati (PSDB) a uma aliança com Jair Bolsonaro (PSC-RJ) provavelmente deu ao Capitão Wagner (PR) o pretexto que queria para desistir de concorrer ao Governo do Estado. Diante da falta de alternativas, ele disse estar disponível. Mas, ao se deparar com as dificuldades, recuou. A oposição cearense tem, ou tinha, três pilares: Tasso, Wagner e Eunício Oliveira (PMDB). Nenhum deve concorrer ao governo.
Eunício seria a primeira opção, uma vez que disputou o cargo em 2014. Porém, está decidido a tentar a reeleição como senador e tratou de defender o nome de Tasso para a disputa. Isso foi antes de se aproximar de Camilo Santana (PT). Hoje, é aliado estratégico do governador, pelo menos administrativamente.
Tasso, porém, trata de se esquivar. Nega intenção de ser candidato, após três passagens pelo Governo do Estado. Resiste aos apelos dos aliados. E defende o nome de Wagner na disputa. O capitão, por sua vez, queria Tasso na disputa.
Wagner até admitiu concorrer, mas se deparou com a conjuntura inglória. Limitação de palanque imposta por Tasso, falta de recursos, Eunício se debandando para o lado governista, Camilo Santana com candidatura bastante estruturada. Também desistiu.
O fato é que, hoje, a oposição no Ceará está perdida, sem rumo, sem perspectiva. Não tem candidato. Ou aposta numa novidade – quem sabe para construir um nome pensando no futuro, mas sem chances reais na disputa – ou terá de convencer um dos três caciques a mudar de ideia.
No cenário de hoje, um resultado que não seja a reeleição de Camilo seria surpreendente.
(Foto – Mateus Dantas)

Ceará concentrou 73% dos casos suspeitos de chicungunya no Brasil em 2017

Edwirges Nogueira
Com quase 100 mil casos, o número de pessoas que tiveram febre chicungunya durante o ano de 2017 no Ceará foi mais que o triplo do apresentado em 2016, quando foram confirmados 31.482 casos. Considerando todos os casos suspeitos notificados (136.273), o estado respondeu por 73% dos registros de todo o Brasil – 185.605 casos prováveis, segundo o Ministério da Saúde.
De acordo com a técnica do Núcleo de Controle de Vetores da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), Ricristhi Gonçalves, o pico foi causado pela suscetibilidade da população à nova doença, que começou a aparecer no estado no final de 2015, aliado à proliferação do mosquito Aedes aegypti. Dos 99.984 casos confirmados, 162 resultaram em óbito.
No ano passado, a secretaria implantou medidas para combater os focos do Aedes aegypti, transmissor da chicungunya e também da dengue e do vírus Zika. No período, foi liberado incentivo financeiro de R$ 10 milhões para ser distribuído entre os municípios que apresentassem bons indicadores, com cobertura de visita domiciliar por agentes de saúde e endemias, criação de comitês municipais e a realização do Levantamento Rápido de Índice para Aedes aegypti (LIRAa).
“Tentamos criar um ambiente desfavorável para o mosquito. Conseguimos uma boa adesão das cidades. Hoje, não há nenhum município que não tenha atingido 80% de cobertura de visita domiciliar. Esperamos ter resultados na transmissão das doenças e, especialmente, a redução dos casos de chicungunya.”
Capital
Do total de casos confirmados de chicungunya no Ceará, mais da metade (57.435) foram registrados em Fortaleza. Como forma de enfrentar os desafios impostos pelas doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, a lei 9.835, de 2011, que criou normas para evitar a propagação da dengue na cidade, foi atualizada para deixar mais claras as responsabilidades da administração municipal e da população.
O gerente da Vigilância Ambiental de Fortaleza, Nélio Morais, explicou que a atualização da lei deixou mais claros os procedimentos para autuação de moradores que não combatem focos do mosquito e para a garantia do acesso dos agentes de saúde e endemias nas propriedades.
“A intenção não é partir para a multa pela multa, mas educar e fazer com que todos os pares assumam um compromisso. A chicungunya chegou e pegou toda uma população suscetível. Não vencemos nem a dengue ainda, então é preciso trabalhar a responsabilização tanto do poder público como da sociedade.”
O último levantamento feito em Fortaleza, em outubro, mostrou um índice de infestação de 0,63%. Apesar do bom resultado, Morais explica que o dado não tem o caráter de prever como será a transmissão das doenças, sobretudo por ter sido realizada em um período sem chuvas. Novo balanço será feito no fim deste mês, período em que a cidade já registra precipitações da pré-estação chuvosa e que cria ambiente favorável para a proliferação do Aedes aegypti.
Edição: Maria Claudia

Governo antecipa uso de vacina fracionada contra a febre amarela em São Paulo

Fernanda Cruz - Repórter da Agência Brasil
O governo do estado de São Paulo antecipou para o próximo dia 29 o início do uso de vacinas fracionadas  - dose com um quinto da quantidade padrão - contra a febre amarela. A campanha com doses fracionadas estava prevista para começar no dia 3 de fevereiro.
O governador Geraldo Alckmin anunciou também o aumento da meta de pessoas a serem imunizadas, de 6,3 milhões para 7 milhões, com maior atenção às áreas prioritárias, onde as pessoas estão mais susceptíveis à febre amarela silvestre. Segundo o governador, um milhão de doses extras serão enviadas pelo Ministério da Saúde para atender ao estado.
Quem recebe a vacina com a dose padrão fica imunizado a vida inteira contra a febre amarela. Desde setembro do ano passado, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de São Paulo vem aplicando esse formato de vacina.
A vacina fracionada, que será oferecida a partir do dia 29, terá validade mínima de oito anos. Para receber a imunização, basta apresentar um documento de identidade com foto e a carteira de vacinação nas Unidades Básicas de Saúde e locais de vacinação.
O último balanço da Secretaria de Estado da Saúde, divulgado sexta-feira (12), indica 40 casos confirmados e 21 mortes em decorrência da doença desde janeiro de 2017.

Edição: Fernando Fraga

EPIDEMIA GOVERNO DE MINAS GERAIS REGISTRA MAIS DUAS MORTES POR FEBRE AMARELA AGORA, O ESTADO JÁ CONTABILIZA 11 MORTES DE JULHO DO ANO PASSADO ATÉ HOJE

O governo de Minas Gerais comunicou, nesta segunda-feira (15), a morte de mais duas pessoas por febre amarela no estado. Um dos casos é de um paciente que estava internado em Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte, já considerado no levantamento anterior ao apresentado ontem, divulgado no dia 11.
O outro caso ocorreu no município de Goianá, próximo a Juiz de Fora. A confirmação teve como base testes feitos pela Fundação Ezequiel Dias. Com os novos registros, o estado já contabiliza 11 mortes, de um total de 46 casos confirmados, de julho do ano passado até agora.

No início deste mês, a Secretaria de Saúde de Minas Gerais afirmou que o cenário atual da febre amarela pode ser classificado como a maior epidemia da doença no país, acrescentando, na última terça-feira (9), que a cobertura vacinal no estado é de 81%, "índice muito superior ao mesmo período de 2017". A pasta decidiu reunir, a partir desta semana, dados atualizados em boletins semanais.

Na sua avaliação, essa sistematização é adequada por aliar exames laboratoriais a investigação de campo (investigação epidemiológica), feita pela própria secretaria, que inclui informações como a localidade do paciente infectado, o que auxilia no rastreamento de epizootias (morte de primatas) e facilita o planejamento de ações.

Contágio e vacinação
Nas áreas silvestres, isto é, rurais ou de florestas, a febre amarela é transmitida pela picada de mosquitos Haemagogus e Sabethes. O vírus é transmitido por macacos dos gêneros Allouata (guariba), Cebus (macaco prego), Atelles e Callithrix. Outros mamíferos podem ser reservatórios, como alguns marsupiais e roedores. Após alguns dias contaminado, o mosquito do gênero Flavivirus, família Flaviviridae, passa a ser capaz de infectar humanos.
A melhor forma de evitar a febre amarela é por meio da vacinação, que é oferecida durante todo o ano nas unidades de saúde e deve ser administrada pelo menos 10 dias antes do deslocamento para zonas de risco, que incluem áreas próximas a rios e cachoeiras. (ABr)

RECORDE ABSOLUTO ELEIÇÃO TERÁ RECORDE DE CANDIDATOS DESDE 1989 ELEIÇÃO PRESIDENCIAL PODE SER A MAIOR EM Nº DE POSTULANTES

A eleição presidencial de 2018 deve bater o recorde de 1989, no número de candidatos a presidente da República. Até agora já são 18 os pré-candidatos ao Planalto, incluindo nomes que se deixaram “lançar”, como o ex-presidente Lula (PT), o deputado Jair Bolsonaro (PSC), e outros como o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa, deputado Rodrigo Maia (DEM) e até do presidente Michel Temer (MDB), que negam candidaturas. Em 1990 foram 20 candidatos. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Marina Silva (Rede), Álvaro Dias (Podemos), Geraldo Alckmin (PSDB) se preparam discretamente, mas são considerados candidatos oficiais.
Também estão em campanha Ciro Gomes (PDT), Rui Pimenta (PCO), Cristovam Buarque (PPS), Manuela Dávila (PCdoB) e Zé Maria(PSTU).
O ministro Henrique Meirelles (PSD), o ex-presidente do BNDES Paulo Rabello de Castro (PSC) e João Amoedo (Novo) ensaiam candidaturas.
Os pré-candidatos do Democratas (ex-PFL) devem ser candidatos aos governos de seus estados: Ronaldo Caiado (GO) e Rodrigo Maia (RJ).

9 de jan de 2018

Deu na coluna de Cláudio Humberto do Diário do poder.


O disse me disse da Politica.
O PDT avalia desistir da candidatura de Ciro Gomes. O dono do partido, Carlos Lupi, estaria preocupado com o suposto envolvimento do seu irmão, o ex-governador Cid Gomes, com a Lava Jato.
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O presidente do DEM, senador José Agripino (RN), poderá se reeleger na convenção do partido, marcado para 6 de fevereiro. Mas o prefeito de Salvador, ACM Neto, e Rodrigo Maia querem o comando da sigla.