30 de nov de 2016

Tudo pelo o poder. Começa a temporada de exoneração de correligionários de Domingos Filho no Governo

Esta já é marca da politica Ferreira Gomes, se esta do nosso lado tem uma babinha, se não pão e água!
Odilon Aguiar assumiu mandato e Augusto Júnior foi exonerado da Adagri.
O governador Camilo Santana (PT) assinou a exoneração do secretário da Agricultura e Pesca do Estado, Odilon Aguiar. O ato se arrastava há alguns dias, pois Odilon, que estava licenciado do mandato de deputado estadual, está contabilizado na votação pró-Sérgio Aguiar presidente da Assembleia Legislativa. Camilo trabalha em favor da recondução de Zezinho Albuquerque (PDT).
Em meio a essas discussões e rompimento político dos irmãos Ferreira Gomes com o conselheiro Domingos Filho, outra informação: começou a temporada de caça às bruxas, ou melhor, de exonerações dos correligionários do conselheiro do TCM.
 Adagri
A primeira delas foi de Augusto Júnior, que respondia pela presidência da Agência de Defesa Agropecuária do Estado (Adagri).
Além de exonerações no âmbito do Estado, virão também exonerações na Prefeitura de Fortaleza onde Domingos Filho tem alguns correligionários. Entre as fatias, a Etufor e Regional V.

Carmen Lúcia : “Não se calará a Justiça!”

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, divulgou uma nota na tarde de hoje (30) em que lamenta a aprovação, pela Câmara dos Deputados, do crime de abuso de autoridade para juízes e procuradores.
A proposta foi aprovada durante a madrugada pelos deputados, como emenda às medidas de combate à corrupção, propostas pelo Ministério Público e aprovadas ontem com diversas alterações no plenário da Câmara.
“A presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, ministra Cármen Lúcia, reafirma seu integral respeito ao princípio da separação dos poderes. Mas não pode deixar de lamentar que, em oportunidade de avanço legislativo para a defesa da ética pública, inclua-se, em proposta legislativa de iniciativa popular, texto que pode contrariar a independência do Poder Judiciário”, diz a nota.
Cármen Lúcia destacou que o estatuto constitucional da magistratura já prevê a responsabilização de juízes por seus atos e que a democracia depende de poderes fortes e independentes. Ela afirmou que o Judiciário “vem cumprindo seu papel” constitucional como guardião da Constituição e da democracia.
“Já se cassaram magistrados em tempos mais tristes. Pode-se tentar calar o juiz, mas nunca se conseguiu, nem se conseguirá, calar a Justiça”, destacou a ministra.
(Agência Brasil)

Quebra quebra, de gente que não são Trabalhadores e nem de luta! acabam prejudicando as lutas dos trabalhadores. GASTÕES E VIOLENTOS BANDIDOS INVADIRAM O MEC E PROMOVERAM DESTRUIÇÃO ATÉ O 2º ANDAR ELES SUBIRAM ATÉ O 2º ANDAR E DEIXARAM RASTRO DE DESTRUIÇÃO

Quebra Quebra, tenta sujar as lutas dos trabalhadores.
Estes não são Trabalhadores! são bandidos infiltrados nas lutas!



Um grupo de 50 a 100 vândalos, algumas encapuzados, invadiram e depredaram a sede do Ministério da Educação (ME), em Brasília, provocando pânico entre os funcionários. Violentos, eles, atearam fogo em pneus, no lixo tóxico, quebraram as entradas do ministério, câmeras de segurança e caixas eletrônicos com barra de ferro, pedaços de madeira e pedras.
O ministro Mendonça Filho condenou a violência covarde de mascarados armados de pedaços de ferro e pedras, destruindo móveis, computadores, cadeiras, vidraças, divisórias e depredando outros bens públicos.
- Os servidores do MEC viveram clima de terror. Isso é inaceitável. Como democrata que sou, entendo o direito de protesto, mas de forma civilizada, respeitando o direito de ir e ir. O que vimos hoje foram atos de violência e vandalismo contra os servidores públicos e contra o patrimônio – disse o ministro.

E agora José? Quando é que vão discutir para mudar esta cambada que só pensam neles! GOLEADA DE TEMER PAÍS COMEÇA A PÔR ORDEM NAS CONTAS PÚBLICAS APROVANDO PEC DO TETO PEC QUE LIMITA GASTOS PÚBLICOS É APROVADA POR 61 X 14 NO SENADO

O Senado aprovou na noite desta terça-feira (29), em primeiro turno, o texto-base da proposta de emenda à Constituição nº55, que estabelece um teto para os gastos públicos nos próximos 20 anos. A vitória do governo Michel Temer foi de goleada e reafirmou a sólida maioria: 61 votos favoráveis e 14 contrários.
Após a análise de destaques apresentados pela oposição para fazer mudanças no texto — todos eles rejeitados — a sessão foi encerrada à 0h35 da quarta-feira (30). A votação em segundo turno da PEC do Teto de Gastos está programada para 13 de dezembro.
Pouco antes das 18h, o presidente do Senado chamou o item 1 da pauta, a PEC 55, e o relator, Eunício Oliveira (PMDB-CE), apresentou seu relatório favorável à aprovação da proposta e contrário às emendas apresentadas. Ele rechaçou as acusações da oposição de que o teto de gastos vai diminuir os investimentos públicos nas áreas de saúde e educação e reforçou que programas como o Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e o Programa de Financiamento Estudantil (Fies) não terão prejuízos. A partir daí, foram quase sete horas de intensos debates no Plenário.

Teto de gastos
De acordo com o texto aprovado, a partir de 2018 e pelos próximos 20 anos, os gastos federais só poderão aumentar de acordo com a inflação acumulada conforme o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
O novo regime fiscal valerá para os orçamentos Fiscal e da Seguridade Social e para todos os órgãos e poderes da República. Dentro de um mesmo poder, haverá limites por órgão. Existirão, por exemplo, limites individualizados para tribunais, Conselho Nacional de Justiça, Senado, Câmara, Tribunal de Contas da União (TCU), Ministério Público da União, Conselho Nacional do Ministério Público e Defensoria Pública da União.
O órgão que desrespeitar seu teto ficará impedido de, no ano seguinte, dar aumento salarial, contratar pessoal, criar novas despesas ou conceder incentivos fiscais, no caso do Executivo.
A partir do décimo ano, o presidente da República poderá rever o critério uma vez a cada mandato presidencial, enviando um projeto de lei complementar ao Congresso Nacional.

Regra geral
A inflação a ser considerada para o cálculo dos gastos será a medida nos últimos 12 meses, até junho do ano anterior. Assim, em 2018, por exemplo, a inflação usada será a medida entre julho de 2016 e junho de 2017.
Para o primeiro ano de vigência da PEC, que é 2017, o teto será definido com base na despesa primária paga em 2016 (incluídos os restos a pagar), com a correção de 7,2%, que é a inflação prevista para este ano.

Exceções
Algumas despesas não vão ficar sujeitas ao teto. É o caso das transferências de recursos da União para estados e municípios. Também escapam gastos para realização de eleições e verbas para o Fundeb.
Saúde e educação também terão tratamento diferenciado. Esses dois pontos vêm gerando embates entre governistas e oposição desde que a PEC foi anunciada pelo presidente Michel Temer. Para 2017, a saúde terá 15% da Receita Corrente Líquida, que é o somatório arrecadado pelo governo, deduzido das transferências obrigatórias previstas na Constituição.
A educação, por sua vez, ficará com 18% da arrecadação de impostos. A partir de 2018, as duas áreas passarão a seguir o critério da inflação (IPCA).

Só menino besta: PACOTE ANTICORRUPÇÃO CÂMARA RETIRA A RESPONSABILIZAÇÃO DE PARTIDOS DO PACOTE ANTICORRUPÇÃO ELES NÃO PODERÃO SER PUNIDOS SE REITERAREM NA ROUBALHEIRA

Só enganação
:
A Câmara dos Deputados retirou o texto do pacote anticorrupção que tratava da responsabilização de partidos políticos. Pelo projeto apresentado, o partido político que reincidisse na prática grave poderia perder o registro por determinação judicial. 
"Se trata de preservar nossa democracia. Traria uma insegurança jurídica e política muito grande", defendeu o líder do PP, Aguinaldo Ribeiro (PB), bancada que apresentou a proposta.
Foram 322 votos pela supressão do item e apenas 35 a favor da manutenção do texto.

CORRUPÇÃO DEPUTADO SIQUEIRA CAMPOS É UM DOS ALVOS DA 12ª FASE DA ACRÔNIMO PF CUMPRE NOVE MANDADOS JUDICIAIS NO TOCANTINS E EM BRASÍLIA

O ex-senador e deputado estadual Eduardo Siqueira Campos (DEM) e o ex-diretor do Detran coronel Julio Cesar Mamede, que foram citados na delação premiada do empresário Benedito Oliveira, estão entre os alvos da 12ª fase da Operação Acrôniomo, deflagrado nesta quarta-feira (30).
A Polícia Federal cumpriu quatro mandados de condução coercitiva e cinco de busca e apreensão contra suspeitos de cometer irregularidades em licitações do Detran de Tocantins. . 
Bené disse que que pagou propina para  Eduardo Siqueira Campos em 2012, quando o pai dele, José Wilson Siqueira Campos, era governador do Tocantins. O valor teria sido dividido com o militar.
A Operação Acrônimo foi deflagrada em 2015 para investigar um esquema de lavagem de dinheiro na campanha eleitoral do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), envolvendo gráficas e agências de comunicação.

27 de nov de 2016

CRISE DE CONFIANÇA BREXIT, TRUMP E FILLON SUGEREM CAUTELA COM AS PESQUISAS DE INTENÇÃO DE VOTOS NOS TRÊS CASOS AS PESQUISAS ERRARAM MUITO

Brexit no Reino Unido, Donald Trump nos EUA e François Fillon na França. Em comum, três casos que surpreenderam a opinião pública ao longo de 2016 têm o fato de que as pesquisas de intenção de voto, na maioria, erraram muito.
O último equívoco aconteceu no primeiro turno das primárias do partido Republicanos (LR), no último domingo, quando o ex-primeiro-ministro Fillon derrubou os prognósticos que o colocavam em terceiro lugar e venceu com mais de 15 pontos de vantagem sobre o segundo colocado, Alain Juppé.
Desde então, diretores de institutos não pararam de dar explicações sobre seus métodos, denunciados como obsoletos pelos detratores.
A crítica aos institutos franceses nem deveria ser tão incisiva, já que boa parte das empresas captou a espiral crescente de Fillon ao longo dos últimos 10 dias de campanha, assim como a queda do ex-presidente Nicolas Sarkozy. Além disso, o ineditismo da primária de direita na França, a adesão em massa de eleitores - mais de 4,3 milhões foram às urnas - e até a participação de franceses de esquerda na votação explicam em parte as falhas. Mas as variáveis desconhecidas não amenizam a violência das críticas da opinião pública e do mundo político.
"Nossas ferramentas funcionaram bem no que diz respeito à identificação da dinâmica, marcada )pela queda de Juppé e o crescimento brutal de Fillon", justificou o diretor-geral adjunto do instituto Ifop, Frédéric Dabi, em entrevista ao jornal Le Monde. "Mas nós nos deparamos com um elemento difícil de compreender: a grande fluidez do eleitorado de um candidato a outro", diz o pesquisador, argumentando que 30% dos eleitores declararam ter decidido seu voto no último dia.
Mas, para Pascal Perrineau, cientista político, decano do Instituto de Estudos Políticos (SciencesPo) e especialista em sociologia eleitoral, há uma mudança estrutural na sociedade que ainda não foi identificada por estudiosos da política, por intelectuais e jornalistas. "Nós falamos sempre de crise de representação dos políticos, mas as elites econômicas, intelectuais e jornalísticas também não estão alinhadas com a sociedade", adverte. "Os mediadores que nós somos devem fazer sua autocrítica. É preciso parar de repetir em círculos sempre as mesmas coisas, dentro de um pequeno mundo isolado. É preciso ser sensível aos sinais discretos que a sociedade nos endereça."
A crise de confiança nos institutos de pesquisas é tão grave que diretores de seis instituições - Ipsos, Ifop, BVA Harris Interactive, Elabe e Kantar Public - publicaram há 10 dias um artigo no jornal Le Monde denunciando seus detratores, que os acusam de manipular a opinião pública. Segundo o texto assinado conjuntamente, o momento atual é marcado pela "emergência de uma desconfiança sistemática e militante contra as pesquisas".(AE