7 de jun de 2018

Ciro deixou claro que o problema do Eunício é de Camilo que ele embale isso é triste para o governo que é mandado por os Gomes. PDT de Ciro quer jogar a reeleição de Eunício no colo de Camilo

Eunício Oliveira não tem um pingo de decência ao seu respeito, quer entrar a força, onde Ciro Gomes em todas entrevistas deixa cloro que não quer ele por perto. (Eunício Oliveira esta sendo ridicularizado pelo os Ferreira Gomes) Mais ele disse que a culpa é da imprensa.
 Da Coluna Política, no O POVO desta quinta-feira, assinada pelo jornalista Henrique Araújo, eis o tópico “Fora, MDB”:
Falando no MDB de Michel Temer, o pré-candidato à Presidência da República Ciro Gomes (PDT) tornou a desancar o partido, a quem chamou de “quadrilheiros”. Foi durante sabatina promovida ontem pelo jornal Correio Braziliense. “Ladrão do PMDB vai me fazer oposição”, disse o pedetista. E Eunício?, quiseram saber. Ciro desconversou e pediu a próxima pergunta.  Noves fora a declaração de Cid Gomes a Eliomar de Lima segundo a qual o PDT vai com um candidato ao Senado, fato é que a estratégia do grupo está clara: jogar o presidente do Senado no colo do governador Camilo Santana (PT). Quem pariu Mateus que o embale.     Ciro também ligou a artilharia contra o candidato do PSL Jair Bolsonaro, que lidera todas as pesquisas feitas por enquanto. O ex-ministro chamou o ex-capitão do Exército de “boçal” e “tresloucado”.
(Foto – Divulgação)

PF pede quebra de sigilos telefônicos de Temer, Moreira e PadilhaMedida tenta apurar se Temer pediu R$ 10 milhões à Odebrecht


A Polícia Federal (PF) pediu ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, a quebra do sigilo telefônico do presidente da República Michel Temer e dos ministros Eliseu Padilha (MDB-RS), da Casa Civil, e Moreira Franco (MDB-RJ), de Minas e Energia.
O objetivo do pedido é aprofundar as apurações do inquérito da Operação Lava Jato que investiga o envolvimento dos três emedebistas no suposto de pagamento de propina pela Odebrecht na Secretaria de Aviação Civil, em 2014. Aberto no ano passado, o inquérito que tem Fachin como relator teve Temer incluído entre os investigados em março deste ano.
A PF quer ter a oportunidade de rastrear telefonemas entre o presidente e os dois ministros antes e depois de um encontro que teria negociado a propina no Palácio do Jaburu, residência oficial de Michel Temer.
As suspeitas partiram da delação do ex-executivo da Odebrecht Cláudio Melo Filho ao Ministério Público Federal (MPF), citando o suposto pedido de Temer por R$ 10 milhões, ao empreiteiro Marcelo Odebrecht, em 2014, em plena campanha de reeleição da ex-presidente Dilma Rousseff.
O delator narrou aos investigadores que o ministro Eliseu Padilha teria presenciado o jantar no Palácio do Jaburu, no qual Temer teria pedido diretamente a propina como doação para campanhas do MDB a Marcelo Odebrecht.
O Palácio do Planalto se negou a comentar o pedido da PF. Mas chegou a divulgar nota afirmando que Michel Temer “repudia com veemência” o conteúdo da delação. E o presidente já havia admitido a existência do jantar, ao negar ter falado sobre valores.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou favorável ao pedido da PF para quebrar o sigilo telefônico dos ministros Moreira Franco e Eliseu Padilha. Mas Raquel Dodge discordou da necessidade de estender a medida a Michel Temer, alegando falta de indícios consistentes contra o presidente.
A PGR também foi contra a quebra de sigilo bancário solicitada pela PF para Temer no inquérito dos portos que investiga o presidente. Mas não evitou que o ministro-relator do inquérito no STF, Luis Roberto Barroso, atendesse ao pedido da PF.